Ajuricaba, velho guerreiro, continua tua luta, não desista dos teus sonhos, acredite no amor, viva suas paixões.
Chato isso! Ter que se auto estimular. Solidão. Solidão é assim, começa com a independência, com a auto-suficiência e a liberdade. Mas eu costumo dizer que só se é livre sozinho, solto.
Hoje estou sofrendo muito porque optei em ficar em casa sozinho do que ter a companhia da família. Fiquei deprimido. Não queria que fosse assim. Gostaria de estar com ela o tempo todo, mas...
domingo, 16 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
Interface Homem-Máquina
O homem não consegue se comunicar com as máquinas através dos sentidos como se comunica com outro animal superior. Ainda dependemos do botão, do teclado, mais recentemente da voz.
As máquinas, pode se dizer, já são bastante inteligentes e conseguem com muita facilidade se comunicar entre elas, mas ainda deixam a desejar quando interagem com o homem. Elas possuem dezenas de sensores (luz, calor, etc.), unidades de controle e automação que as tornam precisas e eficientes. Ou seja, infalíveis.
A comunicação do homem com a máquina ainda é lento.
As máquinas, pode se dizer, já são bastante inteligentes e conseguem com muita facilidade se comunicar entre elas, mas ainda deixam a desejar quando interagem com o homem. Elas possuem dezenas de sensores (luz, calor, etc.), unidades de controle e automação que as tornam precisas e eficientes. Ou seja, infalíveis.
A comunicação do homem com a máquina ainda é lento.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
HAPPEN AGAIN
Já está começando tudo de novo. O povo está voltando e o manezinho já começou quebrando tudo. O cara não se toca e continua teimando. Acha que pode fazer tudo, que sabe tudo, não troca ideias, nada. Resultado: Prejuízo causado por pura incompetência. Isso acontece por não procurar as pessoas certas para as coisas certas.
São problemas de fácil solução quando se é especialista mas incompreensível para os leigos.
Não estou conseguindo me concentrar para escrever porque branquelete esta me perturbando juntamente com o manezinho. Prometo voltar ao assunto brevemente.
São problemas de fácil solução quando se é especialista mas incompreensível para os leigos.
Não estou conseguindo me concentrar para escrever porque branquelete esta me perturbando juntamente com o manezinho. Prometo voltar ao assunto brevemente.
Casamento
Tem casamento amanhã, sou padrinho e não tenho a mínima idéia do que seria 'ser padrinho de casamento'. Antigamente, padrinho era um cara exemplar, bem casado que servia de exemplo para os noivos. Eu certamente, sou o antônimo disso. Os padrinhos "exemplares" devem ser finíssimos. Estou curioso para conhece-los.
Eu, sinceramente, não curto essas coisas. Casamento pra mim foi um fracasso.
Então eu pergunto: Não é uma sacanagem comigo?
Eu, sinceramente, não curto essas coisas. Casamento pra mim foi um fracasso.
Então eu pergunto: Não é uma sacanagem comigo?
domingo, 17 de fevereiro de 2008
TAQUI PRA TI - AS MUDAS ESTÃO MUDAS
TAQUI PRA TI
AS MUDAS ESTÃO MUDAS
José Ribamar Bessa Freire
10/02/2008 - Diário do Amazonas
Manaus, cidade careca. Aqui, as árvores, consideradas “inimigas da civilização”, estão condenadas à morte. A floresta é derrubada, queimada, aniquilada, numa guerra sem fim iniciada pelos portugueses em 1669, quando ergueram o Forte de São José da Barra do Rio Negro. Mas que continua ainda hoje. Para construir um shopping, a SONAE – um império luso que reúne 43 corporações em dezenas de países - acaba de destruir um dos últimos fragmentos de floresta urbana no Igarapé da Magistral. Leitores indignados propõem represálias contra os responsáveis, incluindo aí os políticos.
Os poderes públicos – Executivo, Legislativo e Judiciário - que deviam zelar pela qualidade de vida da população, são aliados subservientes das grandes empresas, que só querem saber do lucro. No século XIX, uma lei proibiu o corte de árvores no perímetro urbano, mas nunca foi cumprida. Há dois anos, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) anunciou que a meta do prefeito Serafim Corrêa era plantar 1.000.000 (hum milhão) de árvores em quatro anos, transformando Manaus num belo jardim. Conversa fiada. O que fizeram foi desplantar.
A vingança dos bichos
Diante de tal desplante, a leitora Elisa Souto Bessa, minha prima, sonhou que o povo, consciente e mobilizado, boicotava o shopping da Sociedade Nacional de Aglomerados e Estratificados (SONAE). Depois da inauguração, ninguém botava o pé lá dentro. Esse ‘templo’ do consumo ficou vazio, os ‘fiéis’ revoltados sumiram do mapa. “Imaginem as lojas com roupas empilhadas, intactas no balcão. Os vendedores tristes, coçando o saco, os donos das butiques irritados coçando a cabeça, em busca de uma solução” - escreve Elisa.
Ela sugeriu o seguinte cenário: “o supermercado com produtos vencidos apodrecendo: farinhas bichadas, frutas murchas, verduras amareladas, lanchonetes com as máquinas de café paradas, pães de queijo duros no lixo, sorvetes virando suco, escadas rolantes rolando sozinhas. Especialistas internacionais em marketing, chamados para uma reunião de emergência no Tropical Resort, bolam estratégias para atrair o consumidor. Tudo em vão. Manaus fica conhecida como a cidade que derrotou um shopping arboricida”.
O fato, inédito, atrai repórteres do mundo inteiro. A TV Globo faz um programa especial. A mídia internacional abre manchetes escandalosas. La Prensaberra: “Manaus confirma que el pueblo unido jamás será vencido”. Le Monde reforça: “Victoire du peuple à la défense de l’environnement”. O sóbrio New York Times: “The boycott, this is possible”. O Der Spiegel escreve algo como “Das volk sieg...”. Até mesmo o Diário de Lisboa, com clareza contundente, diz: “Ralé defende beldroegas e popinhas”.
Esse sonho, se compartilhado por todos, comprova que os nativos não aceitam mais as agressões à qualidade de vida como “algo inevitável”. Acabou o conformismo. Os manauaras deixam de ser bobos passivos e se tornam atores do seu próprio destino. Mas o sonho não para ai. Ele inclui os antigos habitantes do lugar, os bichos, que decidem voltar pra casa e tomar o shopping de assalto. Inspirada nas formigas que colocaram pra correr a população de velho Airão, obrigando a fundação de uma nova cidade, a leitora Elisa imagina a vingança dos bichos.
Revoadas de pássaros, como no filme de Hitchcock, invadem os espaços vazios, pousando em lustres e fios. Centenas de macacos escorregam nos corrimões, pulando nas escadas rolantes, uns vestindo roupas das vitrines, imitando manequins, outros devorando bananas no horti-fruti. Preguiças descansam nos sofás das lojas de móveis. Passeando no elevador, pacas e tatus. Cutias não! As cutias ocupam a praça da alimentação, ficando com dor de dente de tanto-tanto comer doce quente, e os fiofós delas começam a assoviar.
As saúvas desfilam com pedaços de couve. Cobras-cipó se enrolam nas colunas. Sapos e rãs lavam o pé na borda da fonte. Camaleões exibem suas cores nas lojas de eletrodomésticos. Urubus e gaviões no açougue, lontras na peixaria, lagartos nas folhas de alface, formigas no açúcar, compotas e geléias. Os empresários tentam expulsar os animais, mas são comidos pelas onças. Um cenário pra George Orwell nenhum botar defeito! Pode até ser uma ópera bufa encenada pelo Berinho no Teatro Amazonas.
A horrível civilização
A transformação de Manaus num inferno vem sendo documentada, sobretudo, por observadores estrangeiros. O médico alemão Robert Avé-Lalemant ficou horrorizado com os cadáveres que viu em Manaus em 1859, produzido pela burrice e pela estupidez humana. Ele estava passeando. De repente – escreve - “ouvi o bater do machado”. Foi ver o que era. Encontrou o próprio Comandante da Praça, Amorim Bezerra, com seus homens, derrubando e queimando a mata. “Pairava a imagem do aniquilamento. Sobre as colinas, viam-se alguns troncos carbonizados e outros só meio queimados”.
O médico vê, agonizando, algumas “belas palmeiras” de tucumã. “Seus espinhos tinham sido queimados, seus troncos carbonizados, suas nobres folhas esturradas. Algumas lutavam visivelmente com a morte; outras, de pé, hirtas, como cadáveres. A floresta olhava muda e sombria, com suas árvores gigantescas, para o quadro da horrível civilização aniquiladora”.
Quatro anos depois desse episódio, em 1863, os deputados da Província do Amazonas aprovaram uma lei, proibindo o corte, dentro de Manaus e na margem dos igarapés, de sorveiras, pajurás, umiri, muruci, cumarú e outras árvores. O infrator podia pegar de cinco a oito dias de prisão por cada árvore derrubada e o dobro na reincidência. A lei foi para alemão ver. Nunca vingou, ninguém foi preso por esse crime.
Há dois anos, escrevi aqui nesse Diário uma crônica elogiando a SEMMA, que firmou convênio com Universidade Federal do Amazonas (UFAM) para produzir 660 mil mudas de árvores com o objetivo de arborizar a cidade. Na época, estava previsto gastar R$ 3,6 milhões para produzir e distribuir mudas e recuperar áreas degradadas, áreas verdes, parques e similares. As mudas seriam plantadas nas praças, ruas e avenidas e também distribuídas para a população usar em seus quintais. Tudo isso estava planejado para ser feito em dois anos.
A secretária da SEMMA, Luciana Valente, naquela ocasião jurou que a meta do prefeito Serafim Corrêa era plantar um milhão de árvores até o final do mandato. Acreditei. Elogiei. Enganei os leitores, a quem também peço minhas desculpas manauaras. As mudas da Luciana Valente e do Serafim permanecem mudas. Talvez falem nas urnas.
P.S. – Meu amigo baiano, Gilberto Menezes Moraes, professor de engenharia na UERJ, não esconde sua frustração, porque os cartões corporativos, usados pelo pessoal do governo, compraram tudo: da sinuca à tapioca. Menos livros. Não existe UM SÓ livro comprado com o cartão corporativo, o que é bastante revelador. Agora, se o ministro que comprou a tapioca tivesse me avisado, juro que eu teria depositado os R$8,50 na conta dele. Não precisava se sujar por tão pouco.
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I proibida a reprodugco do contezdo desta pagina em qualquer meio de comunicagco, eletrtnico ou impresso, sem autorizagco do TAQUI PRA TI.
Me considero autorizado
AS MUDAS ESTÃO MUDAS
José Ribamar Bessa Freire
10/02/2008 - Diário do Amazonas
Manaus, cidade careca. Aqui, as árvores, consideradas “inimigas da civilização”, estão condenadas à morte. A floresta é derrubada, queimada, aniquilada, numa guerra sem fim iniciada pelos portugueses em 1669, quando ergueram o Forte de São José da Barra do Rio Negro. Mas que continua ainda hoje. Para construir um shopping, a SONAE – um império luso que reúne 43 corporações em dezenas de países - acaba de destruir um dos últimos fragmentos de floresta urbana no Igarapé da Magistral. Leitores indignados propõem represálias contra os responsáveis, incluindo aí os políticos.
Os poderes públicos – Executivo, Legislativo e Judiciário - que deviam zelar pela qualidade de vida da população, são aliados subservientes das grandes empresas, que só querem saber do lucro. No século XIX, uma lei proibiu o corte de árvores no perímetro urbano, mas nunca foi cumprida. Há dois anos, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) anunciou que a meta do prefeito Serafim Corrêa era plantar 1.000.000 (hum milhão) de árvores em quatro anos, transformando Manaus num belo jardim. Conversa fiada. O que fizeram foi desplantar.
A vingança dos bichos
Diante de tal desplante, a leitora Elisa Souto Bessa, minha prima, sonhou que o povo, consciente e mobilizado, boicotava o shopping da Sociedade Nacional de Aglomerados e Estratificados (SONAE). Depois da inauguração, ninguém botava o pé lá dentro. Esse ‘templo’ do consumo ficou vazio, os ‘fiéis’ revoltados sumiram do mapa. “Imaginem as lojas com roupas empilhadas, intactas no balcão. Os vendedores tristes, coçando o saco, os donos das butiques irritados coçando a cabeça, em busca de uma solução” - escreve Elisa.
Ela sugeriu o seguinte cenário: “o supermercado com produtos vencidos apodrecendo: farinhas bichadas, frutas murchas, verduras amareladas, lanchonetes com as máquinas de café paradas, pães de queijo duros no lixo, sorvetes virando suco, escadas rolantes rolando sozinhas. Especialistas internacionais em marketing, chamados para uma reunião de emergência no Tropical Resort, bolam estratégias para atrair o consumidor. Tudo em vão. Manaus fica conhecida como a cidade que derrotou um shopping arboricida”.
O fato, inédito, atrai repórteres do mundo inteiro. A TV Globo faz um programa especial. A mídia internacional abre manchetes escandalosas. La Prensaberra: “Manaus confirma que el pueblo unido jamás será vencido”. Le Monde reforça: “Victoire du peuple à la défense de l’environnement”. O sóbrio New York Times: “The boycott, this is possible”. O Der Spiegel escreve algo como “Das volk sieg...”. Até mesmo o Diário de Lisboa, com clareza contundente, diz: “Ralé defende beldroegas e popinhas”.
Esse sonho, se compartilhado por todos, comprova que os nativos não aceitam mais as agressões à qualidade de vida como “algo inevitável”. Acabou o conformismo. Os manauaras deixam de ser bobos passivos e se tornam atores do seu próprio destino. Mas o sonho não para ai. Ele inclui os antigos habitantes do lugar, os bichos, que decidem voltar pra casa e tomar o shopping de assalto. Inspirada nas formigas que colocaram pra correr a população de velho Airão, obrigando a fundação de uma nova cidade, a leitora Elisa imagina a vingança dos bichos.
Revoadas de pássaros, como no filme de Hitchcock, invadem os espaços vazios, pousando em lustres e fios. Centenas de macacos escorregam nos corrimões, pulando nas escadas rolantes, uns vestindo roupas das vitrines, imitando manequins, outros devorando bananas no horti-fruti. Preguiças descansam nos sofás das lojas de móveis. Passeando no elevador, pacas e tatus. Cutias não! As cutias ocupam a praça da alimentação, ficando com dor de dente de tanto-tanto comer doce quente, e os fiofós delas começam a assoviar.
As saúvas desfilam com pedaços de couve. Cobras-cipó se enrolam nas colunas. Sapos e rãs lavam o pé na borda da fonte. Camaleões exibem suas cores nas lojas de eletrodomésticos. Urubus e gaviões no açougue, lontras na peixaria, lagartos nas folhas de alface, formigas no açúcar, compotas e geléias. Os empresários tentam expulsar os animais, mas são comidos pelas onças. Um cenário pra George Orwell nenhum botar defeito! Pode até ser uma ópera bufa encenada pelo Berinho no Teatro Amazonas.
A horrível civilização
A transformação de Manaus num inferno vem sendo documentada, sobretudo, por observadores estrangeiros. O médico alemão Robert Avé-Lalemant ficou horrorizado com os cadáveres que viu em Manaus em 1859, produzido pela burrice e pela estupidez humana. Ele estava passeando. De repente – escreve - “ouvi o bater do machado”. Foi ver o que era. Encontrou o próprio Comandante da Praça, Amorim Bezerra, com seus homens, derrubando e queimando a mata. “Pairava a imagem do aniquilamento. Sobre as colinas, viam-se alguns troncos carbonizados e outros só meio queimados”.
O médico vê, agonizando, algumas “belas palmeiras” de tucumã. “Seus espinhos tinham sido queimados, seus troncos carbonizados, suas nobres folhas esturradas. Algumas lutavam visivelmente com a morte; outras, de pé, hirtas, como cadáveres. A floresta olhava muda e sombria, com suas árvores gigantescas, para o quadro da horrível civilização aniquiladora”.
Quatro anos depois desse episódio, em 1863, os deputados da Província do Amazonas aprovaram uma lei, proibindo o corte, dentro de Manaus e na margem dos igarapés, de sorveiras, pajurás, umiri, muruci, cumarú e outras árvores. O infrator podia pegar de cinco a oito dias de prisão por cada árvore derrubada e o dobro na reincidência. A lei foi para alemão ver. Nunca vingou, ninguém foi preso por esse crime.
Há dois anos, escrevi aqui nesse Diário uma crônica elogiando a SEMMA, que firmou convênio com Universidade Federal do Amazonas (UFAM) para produzir 660 mil mudas de árvores com o objetivo de arborizar a cidade. Na época, estava previsto gastar R$ 3,6 milhões para produzir e distribuir mudas e recuperar áreas degradadas, áreas verdes, parques e similares. As mudas seriam plantadas nas praças, ruas e avenidas e também distribuídas para a população usar em seus quintais. Tudo isso estava planejado para ser feito em dois anos.
A secretária da SEMMA, Luciana Valente, naquela ocasião jurou que a meta do prefeito Serafim Corrêa era plantar um milhão de árvores até o final do mandato. Acreditei. Elogiei. Enganei os leitores, a quem também peço minhas desculpas manauaras. As mudas da Luciana Valente e do Serafim permanecem mudas. Talvez falem nas urnas.
P.S. – Meu amigo baiano, Gilberto Menezes Moraes, professor de engenharia na UERJ, não esconde sua frustração, porque os cartões corporativos, usados pelo pessoal do governo, compraram tudo: da sinuca à tapioca. Menos livros. Não existe UM SÓ livro comprado com o cartão corporativo, o que é bastante revelador. Agora, se o ministro que comprou a tapioca tivesse me avisado, juro que eu teria depositado os R$8,50 na conta dele. Não precisava se sujar por tão pouco.
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I proibida a reprodugco do contezdo desta pagina em qualquer meio de comunicagco, eletrtnico ou impresso, sem autorizagco do TAQUI PRA TI.
Me considero autorizado
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Domingo de Carnaval
Domingo de Carnaval, o telefone já tocou várias vezes mas eu não identifiquei, deve ser meu sobrinho querendo partir pra Saqua. Na Marquês de Sapucaí está desfilando a Escola de Samba lá de Botafogo, a São Clemente puxada por Leonardo Bessa. Lá fora, longe da televisão, só se ouve os grilos. A região aqui já é quieta, hoje então!
sábado, 26 de janeiro de 2008
SAMBA VIGÁRIO 2008!!!
AUTORES: GLAUCO VIEIRA E CADU PACHECO
VOZ: RODRIGO BESSA
GUITARRA: DANIEL BESSA
MEU SAMBA
É UMA ARTE QUE BATE E INVADE
O SEU CORAÇÃO
QUANDO O VIGÁRIO PASSA
ARRASTA A MULTIDÃO
É IMPOSSIVEL AMOR FICAR PARADO
NESSE ARRASTÃO DE EMOÇÃO
VEM COM A GENTE SER FELIZ
SEM TER HORA PRA ACABAR
HOJE VOU ROUBAR SEU CORAÇÃO
AH ESSE SAMBA É DIFERENTE
UM BATUQUE ENVOLVENTE
AI MEU DEUS QUANTA EMOÇÃO
SE LIGA GENTE
VAI PRA TRAZ E VAI PRA FRENTE
BATERIA CHAPA QUENTE
FAZ SAMBAR DE PÉ NO CHÃO (EÔ, EÔ...)
SOU VIGARÍSTA (EU SOU, EU SOU)
E PRA AVENIDA (EU VOU, EU VOU)
E QUEM PARAR (SAI DA FRENTE)
BLOCO DO VIGÁRIO VAI PASSAR
TA ROLANDO A MAIOR ENERGIA
TODO MUNDO SAMBANDO QUE ALEGRIA
E GERAL VAI CAIR NA FOLIA
EU SOU VIGÁRIO E O MEU SAMBA CONTAGIA!
VOZ: RODRIGO BESSA
GUITARRA: DANIEL BESSA
MEU SAMBA
É UMA ARTE QUE BATE E INVADE
O SEU CORAÇÃO
QUANDO O VIGÁRIO PASSA
ARRASTA A MULTIDÃO
É IMPOSSIVEL AMOR FICAR PARADO
NESSE ARRASTÃO DE EMOÇÃO
VEM COM A GENTE SER FELIZ
SEM TER HORA PRA ACABAR
HOJE VOU ROUBAR SEU CORAÇÃO
AH ESSE SAMBA É DIFERENTE
UM BATUQUE ENVOLVENTE
AI MEU DEUS QUANTA EMOÇÃO
SE LIGA GENTE
VAI PRA TRAZ E VAI PRA FRENTE
BATERIA CHAPA QUENTE
FAZ SAMBAR DE PÉ NO CHÃO (EÔ, EÔ...)
SOU VIGARÍSTA (EU SOU, EU SOU)
E PRA AVENIDA (EU VOU, EU VOU)
E QUEM PARAR (SAI DA FRENTE)
BLOCO DO VIGÁRIO VAI PASSAR
TA ROLANDO A MAIOR ENERGIA
TODO MUNDO SAMBANDO QUE ALEGRIA
E GERAL VAI CAIR NA FOLIA
EU SOU VIGÁRIO E O MEU SAMBA CONTAGIA!
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