segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Metralhadora giratória - essa é a segunda vez que eu me deparo com ela - é a forma que eu vejo as coisa quando eu não estou muito bem, ou seja: Fico querendo atirar palavras em todas as direções como uma forma de defesa ou de me manter vivo, de sentir um certo alívio e uma sensação de liberdade. Faz sentido? Não sei, mas é uma maneira de tentar aliviar uma certa angústia que eu sinto de vez em quando.
Ca estou eu de volta alguma coisa me puxou. Ao mesmo tempo que puxa, trava.
Estou tentando encontrar um modêlo matemático que possa explicar esses repentes. Um dia encontro.
Quando eu começava a dedilhar este segundo parágrafo, ela entrou, me comprimentou e comentou um detalhe técnico, como quem me convida para participar. Não tenho outra alternativa a não ser parar e ir ao seu encontro.(vou ter que datar para poder fazer a análise matemática). Fui!!!

Dia seguinte (virou narrativa) - 05/10/2010.
Cadê ela? Não está aqui. Mas é só eu começar a escrever que ela aparece. Não sei se é bom ou ruim.
Mas não é sobre isso que eu estou querendo falar, mas o pensamento atrapalha.
O problema é que às vezes estou com a "metralhadora" na mão mas sem munição.
Fazendo uma auto análise, cheguei a conclusão que a minha tendêcia é para escrever narrativamente com pouca descrição e detalhes físicos. Se bem, que este texto é livre, como eu gosto, sem regras, onde o pensamento flui.
O texto entitulado "O Poder da Escrita", esse sim deve ser bem elaborado, dentro das regras. Então vou ficar com os dois. Ora escrevo aqui (livre), ora escrevo lá (regra). Vou publicar essa "paradinha" no meu blog. (viadagem!).

Acabei de deixar pra lá outro texto que eu estou escrevendo - "Primeira Tentativa" se eu não me engano. Ele tava ficando muito chato.
Dizem que escrever é uma atividade solitária, mas eu acho que os escritores não são. Pode ser que o isolamento seja importante mas a solidão não.

13/10/10, hoje, se meu pai estivesse vivo, estaria fazendo 98 anos. Quem dera! Saudades! Se não fosse ele, o que seria de mim? Deixa pra lá.
Senti um pouco de egoísmo da parte dela ou medo de perder o livro?
Hoje ela não me deu a mínima bola, nem sequer olhou nos meus olhos. Eu que passei o feriadão todo pensando nela!
O babaca do meu amigo, gente boa, acabou de meter a cara aqui pra ver o que eu estava escrevendo. Deixa pra lá, vou cuidar de outra coisa porque daqui a pouco vou ter que ir embora mesmo.

Dia seguinte: Estava eu lendo minhas menssagens quando me deparei com vários textos escrito por um primo meu e percebi o quanto é importante conhecermos o nosso leitor. Ele conhece, então fica fácil. Eu ainda não identifiquei o meu. Acho que eu escrevo pra mim mesmo, mas gostaria de ter um leitor(a).Quiçá!

Eu não sei...mas esta "paradinha" tá ficado mesmo com cara de diario de mocinha. Tenho que dar um toque de macho nesta merda: Pronto! Já dei uma cusparada no chão, limpei o ouvido com a chave de fenda, as unhas com o facão, enfiei o dedo no nariz e uma mão no saco. Agora só falta traduzir isso tudo em poesia. Mas não adianta, poesia só rima com florzinha.

Puta que pariu! Só chingando! Quanto mais eu me aproximo dela mais rejeitado eu sou. Não sei mais o que faço, ou melhor, sei sim. Vou entrar de sola. Êta viuvinha dificil, sô!
Pela experiência que eu tenho com as mulheres, essa é inédita. Tinha esquecido da existência das viúvas. No meu universo só existiam as solteiras, as descasadas e todas as putas (solteiras e descasadas). Mas, com a idade, de repente surge um "novo mercado", como diz meu sobrinho.
DESABAFO 2
Como eu estava falando ainda apouco, estou ficando p. com as m. que as pessoas estão
fazendo em minha volta. Aqui onde eu estou existe pouca possibilidade de crescimento profissional, uma vez que poucos tem interesse de desenvolver alguma coisa. Mas... o que mais me angustia e não pertencer ou não estar envolvido com atividades ligadas a minha área de conhecimento ou não ter o convívio diário com profissionais da área. Como a princípio não posso fazer nada, tenho que ficar "engolindo sapo" até criar coragem suficiente para abandonar tudo e partir pra outra.
Possibilidades:
1- Pedir transferência para outra Unidade como já fizeram alguns, ou,2- Voltar para onde eu estava antes de vir pra cá, ou por último,3- Mudar radicalmente de profissão, como já pensei no passado.
OBS.: Claro que tudo isso que eu acabei de relatar não passa de um desabafo que, não é de hoje, sempre me atormenta e pelo que sei, não vai ser fácil me livrar.Por outro lado, existe a possibilidade de melhoria, pelo menos no que diz respeito ao lado financeiro. Vou ter que parar esse relato porque tem alguém muito interessado em trabalhar comigo. Lembrando o que um colega falou hoje no almoço: "Cuidado para não se tornar boi de piranha". O que ele quis dizer com isso!? Todos sabem! Hoje outro "colega" me disse que quando faz (quando faz, note bem) as coisas, as faz bem e que não gosta de elogios. O que ele gostaria mesmo era de ser valorizado financeiramente pelo trabalho realizado. Hoje por exemplo, estou com um pouco de dificuldade de concentração no teclado,
talvez por causa dos óculos ou da pouca luz que ilumina o ambiente. Quando corri logo cedo, estava um dia claro e tudo parecia perfeito até começar a ouvir os ruídos dela. "É melhor colocar outro gás"... Segunda feira, 6 de Outubro de 2003, tempo bom com sol e poucas nuvens, temperatura
mínima: 22°C, temperatura máxima: 33°C, probabilidade de chuva: 00%, quantidade de chuva:
00 mm. Minha ex-futura quase amiga não apareceu hoje por aqui, pelo que sei, ela foi em uma
clínica fazer "exames". Espero que esteja tudo bem com ela. Não estou gostando muito de ficar fazendo essa espécie de relatório, diário, memórias ou sei lá o que mais isso pode ser. De qualquer forma, tem servido como desabafo como de fato eu o nomeei. Como já se passaram 5 min da hora de ir pra casa e o patrão, pelo jeito, não vai tão cedo, vou continuar escrevendo. See you later... parei por hoje, vou navegar.
Voltando ao desabafo de hoje (16/10/2003).
O bicho tá pegando, mas o mais importante, é que os caras fugiram. O motivo da fuga
foi o aperfeiçoamento que os alemãs fizeram na paradinha que evacua que é controlada por
outra parada bolada pelos americanos. Um dos caras "fujão", esteve recentemente na Alemanha e nem sequer pensou no assunto. Os americanos, nem pensar, são ruins de conversa. Resultado: sobrou pra mim! Mas nada como o jeitinho brasileiro. Vou ter que parar por aqui e continuar pesquisando para ver se compatibilizo germans and americans... Not end.
Voltando hoje, 4/10/03, dia tranquilo depois de muita chuva. Estava muito feliz porque estava conseguindo recuperar o sistema de vácuo da evaporadora. O cara lá em cima tinha feito uma peça para uma conexão mas faltou uma borrachinha (O-Ring). Resultado: tive que parar, infelizmente... Outro problema enfrentado hoje foi ter que encarar aquela figura problemática, enigmática, eclética e esquelética mas que eu gosto muito e me sinto frustrado por não poder fazer nada por ela. Ela não quer. Isso me lembra alguém. Já a baleiética, fica me cercando como quem quer alguma coisa mas não tem o jeitinho que só as mais maduras (experientes) tem. Quanto a "filhona"...sempre charmosa (bonita mesmo), vou ter que esperar mais um pouco porque ela nem sabe que eu existo. Se existo, sou como qualquer coisa, nada mais... tomara que não. Hoje, dia 5, as coisas melhoraram um pouco. O "estresse" geral está menor um pouco embora o ruído ainda esteja um pouco alto. Estou falando de ruído audível (sonoro), térmico, branco, aleatório etc. É horrível! Já ia esquecendo, esteve um senhor hoje cedo aqui que me é familiar. Encontro-o sempre no restaurante, acho. Descobri! Foi Prof. Nelson Maculan Filho




DESABAFO
Como eu estava falando ainda apouco, estou ficando p. com as m. que as pessoas estão fazendo em minha volta. Aqui onde eu estou existe pouca possibilidade de crescimento profissional, uma vez que poucos tem interesse de desenvolver alguma coisa. Mas... o que mais me angustia e não pertencer ou não estar envolvido com atividades ligadas a minha área de conhecimento ou não ter o convívio diário com profissionais da área. Como a princípio não posso fazer nada, tenho que ficar "engolindo sapo" até criar coragem suficiente para abandonar tudo e partir pra outra.
Possibilidades:
1- Pedir transferência para outra Unidade como já fizeram alguns, ou,2- Voltar para onde eu estava antes de vir pra cá, ou por último,3- Mudar radicalmente de profissão, como já pensei no passado.
OBS.: Claro que tudo isso que eu acabei de relatar não passa de um desabafo que, não é de hoje, sempre me atormenta e pelo que sei, não vai ser fácil me livrar.Por outro lado, existe a possibilidade de melhoria, pelo menos no que diz respeito ao lado financeiro. Vou ter que parar esse relato porque tem alguém muito interessado em trabalhar comigo. Lembrando o que um colega falou hoje no almoço: "Cuidado para não se tornar boi de piranha". O que ele quis dizer com isso!? Todos sabem! Hoje outro "colega" me disse que quando faz (quando faz, note bem) as coisas, as faz bem e que não gosta de elogios. O que ele gostaria mesmo era de ser valorizado financeiramente pelo trabalho realizado. Hoje por exemplo, estou com um pouco de dificuldade de concentração no teclado, talvez por causa dos óculos ou da pouca luz que ilumina o ambiente. Quando corri logo cedo, estava um dia claro e tudo parecia perfeito até começar a ouvir os ruídos dela. "É melhor colocar outro gás"... Segunda-feira, 6 de Outubro de 2003, tempo bom com sol e poucas nuvens, temperatura mínima: 22°C, temperatura máxima: 33°C, probabilidade de chuva: 00%,quantidade de chuva: 00mm. Minha ex-futura quase amiga não apareceu hoje por aqui, pelo que sei, ela foi em uma clínica fazer "exames". Espero que esteja tudo bem com ela. Não estou gostando muito de ficar fazendo essa espécie de relatório, diário, memórias ou sei lá o que mais isso pode ser. De qualquer forma, tem servido como desabafo como de fato eu o nomeei. Como já se passaram 5 min da hora de ir prá casa e o patrão, pelo jeito, não vai tão cedo, vou continuar escrevendo. See you later...parei por hoje, vou navegar1.
Voltando ao desabafo de hoje (16/10/2003).
O bicho tá pegando, mas o mais importante, é que os caras fugiram. O motivo da fuga foi o aperfeiçoamento que os alemãs fizeram na paradinha que evacua que é controlada por outra parada bolada pelos americanos. Um dos caras "fujão", esteve recentemente na Alemanha e nem sequer pensou no assunto. Os americanos, nem pensar, são ruins de conversa. Resultado: sobrou prá mim! Mas nada como o jeitinho brasileiro. Vou ter que parar por aqui e continuar pesquisando para ver se compatibiliso german and american... Voltando hoje, 4/10/03, dia tranqüilo depois de muita chuva. Estava muito feliz porque estava conseguindo recuperar o sistema de vácuo da evaporadora. O cara lá em cima tinha feito uma peça para uma conexão mas faltou uma borrachinha (O-Ring). Resultado: tive que parar, infelizmente... Outro problema enfrentado hoje foi ter que encarar aquela figura problemática, enigmática, eclética e esquelética mas que eu gosto muito e me sinto frustrado por não poder fazer nada por ela. Ela não quer. Isso me lembra alguém. Já a baleiética, fica me cercando como quem quer alguma coisa mas não tem o jeitinho que só as mais maduras (experientes) tem. Quanto a "filhona"...sempre charmosa (bonita mesmo), vou ter que esperar mais um pouco porque ela nem sabe que eu existo. Se existo, sou como qualquer coisa, nada mais... tomara que não. Hoje, dia 5, as coisas melhoraram um pouco. O "estresse" geral está menor um pouco embora o ruído ainda esteja um pouco alto. Estou falando de ruído audível (sonoro), térmico, branco, aleatório etc. É horrível! Já ia esquecendo, esteve um senhor hoje cedo aqui que me é familiar. Encontro-o sempre no restaurante, acho. Passou algum tempo até que eu voltasse aqui. Isso significa que desde o dia 5 do dez ou cinco do onze, preciso verificar isso, que eu não desabafo. Mas, por falta do que fazer, (ou sem vontade de fazer) que eu vim aqui. Tudo bem... hoje dia 27/11/03, último dia da Jornada Científica e cultural, deve ter uma festinha da rapaziada aqui do IF, mas eu só devo dar uma olhadiha porque eu estou interessado em ver aquela gata maravilhosa que eu não pude ter em meus braços na noite anterior. Até parece... Já ia esquecendo: ontem roubaram o carro de uma aluna e tive que ir com ela até a delegacia para registrar a ocorrência. Foi muito massante mas até que foi divertido pois fiquei papeando com a alemãzinha amiga dela. Logo mais, devo ir comer alguma coisa, nada pesado porque eu vou ter que encarar um pirarucu de casaca...Hum!!! Bom né!? Ainda agora, tomei uma cervejinha gelada com os alunos da Jornada. Tinha também muitas comidinhas mas como eu não tinha intenção de participar acabei fazendo um lanche antes. A minha "bichinha" estava uma gracinha. Aliás, todas elas. Agora vou tomar um vinhozinho com "outras" para deleitar. Estamos em Março de 2004, mais precisamente dia 17. O meu relacionamento com as pessoas daqui melhorou um pouco. Não sei bem porque, mas acho que eu melhorei. Estou cada vez mais tolerante procurando me adaptar a essa loucura. Em Fevereiro, dia 13 se eu não me engano, um ex-aluno, hoje prof. substituto, achando, como sempre, que é o "bonzão", me quebrou um equipamento caríssimo e ainda encarou como se tivesse quebrado uma simples xícara de café. O "cara" quebra tudo! Bem, vou dá uma paradinha e tentar ajudar Harold, o alemão, que está todo enrolado tentando montar um equipamento. Volto já. Espero! Julho, 14, o alemão sumiu. Agora quem está pentelhando é a mulher de outro alemão. Ela é das antigas e parece ser gente boa mas "cisca" muito. Como eu não posso evitar determinadas coisas que acontecem na vida da gente, vou deixando a vida me levar. "Vida leva eu"...(pequena pausa). Pensando bem, de agora em diante essa paradinha aqui vai se chamar fragmentos em vez de desabafo. Embora sirva para desabafo mesmo. A bichinha acabou de passar por aqui agora e me pediu para testar. Minha resposta: "Daqui a pouco eu faço isso." Agora quem acabou de passar... adivinhem! Quem?!... quem!? Ela, a primeira de todas. A que mais me seduziu. A que realmente pode mudar tudo. Incondicionalmente. I could die for her. Vou encontra-la. Ontem, 25 de Agosto de 2004 foi um dia muito chato, haja paciência! Voltando ao assunto anterior: Acho que eu não morreria mais por ela. Não vale a pena. Ela não merece. Ela é falsa e meio galinha. Anda se arreganhando pra todo mundo.
Por uma questão técnica vou ter que colar abaixo um texto que eu já havia escrito que pode ter alguma redundância com o atual:
DESABAFO 2
Como eu estava falando ainda apouco, estou ficando p. com as m. que as pessoas estão
fazendo em minha volta. Aqui onde eu estou existe pouca possibilidade de crescimento profissional, uma vez
que poucos tem interesse de desenvolver alguma coisa. Mas... o que mais me angustia e não pertencer ou não estar envolvido com atividades
ligadas a minha área de conhecimento ou não ter o convívio diário com profissionais da área. Como a princípio não posso fazer nada, tenho que ficar "engolindo sapo" até criar
coragem suficiente para abandonar tudo e partir pra outra.
Possibilidades:
1- Pedir transferência para outra Unidade como já fizeram alguns, ou,2- Voltar para onde eu estava antes de vir pra cá, ou por último,3- Mudar radicalmente de profissão, como já pensei no passado.
OBS.: Claro que tudo isso que eu acabei de relatar não passa de um desabafo que, não
é de hoje, sempre me atormenta e pelo que sei, não vai ser fácil me livrar.Por outro lado, existe a possibilidade de melhoria, pelo menos no que diz respeito ao lado
financeiro. Vou ter que parar esse relato porque tem alguém muito interessado em trabalhar
comigo. Lembrando o que um colega falou hoje no almoço: "Cuidado para não se tornar boi de
piranha". O que ele quis dizer com isso!? Todos sabem! Hoje outro "colega" me disse que quando faz (quando faz, note bem) as coisas, as faz
bem e que não gosta de elogios. O que ele gostaria mesmo era de ser valorizado
financeiramente pelo trabalho realizado. Hoje por exemplo, estou com um pouco de dificuldade de concentração no teclado,
talvez por causa dos óculos ou da pouca luz que ilumina o ambiente. Quando corri logo cedo, estava um dia claro e tudo parecia perfeito até começar a
ouvir os ruídos dela. "É melhor colocar outro gás"... Segunda feira, 6 de Outubro de 2003, tempo bom com sol e poucas nuvens, temperatura
mínima: 22°C, temperatura máxima: 33°C, probabilidade de chuva: 00%, quantidade de chuva:
00 mm. Minha ex-futura quase amiga não apareceu hoje por aqui, pelo que sei, ela foi em uma
clínica fazer "exames". Espero que esteja tudo bem com ela. Não estou gostando muito de ficar fazendo essa espécie de relatório, diário,
memórias ou sei lá o que mais isso pode ser. De qualquer forma, tem servido como desabafo
como de fato eu o nomeei. Como já se passaram 5 min da hora de ir pra casa e o patrão, pelo jeito, não vai tão
cedo, vou continuar escrevendo. See you later... parei por hoje, vou navegar.
Voltando ao desabafo de hoje (16/10/2003).
O bicho tá pegando, mas o mais importante, é que os caras fugiram. O motivo da fuga
foi o aperfeiçoamento que os alemãs fizeram na paradinha que evacua que é controlada por
outra parada bolada pelos americanos. Um dos caras "fujão", esteve recentemente na Alemanha e nem sequer pensou no
assunto. Os americanos, nem pensar, são ruins de conversa. Resultado: sobrou pra mim! Mas
nada como o jeitinho brasileiro. Vou ter que parar por aqui e continuar pesquisando para ver se compatibilizo germans
and americans... Not end.
Voltando hoje, 4/10/03, dia tranquilo depois de muita chuva. Estava muito feliz porque estava conseguindo recuperar o sistema de vácuo da evaporadora. O cara lá em cima tinha feito uma peça para uma conexão mas faltou uma borrachinha (O-Ring). Resultado: tive que parar, infelizmente... Outro problema enfrentado hoje foi ter que encarar aquela figura problemática, enigmática, eclética e esquelética mas que eu gosto muito e me sinto frustrado por não poder fazer nada por ela. Ela não quer. Isso me lembra alguém. Já a baleiética, fica me cercando como quem quer alguma coisa mas não tem o jeitinho que só as mais maduras (experientes) tem. Quanto a "filhona"...sempre charmosa (bonita mesmo), vou ter que esperar mais um pouco porque ela nem sabe que eu existo. Se existo, sou como qualquer coisa, nada mais... tomara que não. Hoje, dia 5, as coisas melhoraram um pouco. O "estresse" geral está menor um pouco embora o ruído ainda esteja um pouco alto. Estou falando de ruído audível (sonoro), térmico, branco, aleatório etc. É horrível! Já ia esquecendo, esteve um senhor hoje cedo aqui que me é familiar. Encontro-o sempre no restaurante, acho. Descobri! Foi Prof. Nelson Maculan Filho.
Voltando a falar da galinha lá de cima: Estou sentindo falta dela! O que será isso?Que tendência é essa de gostar de galinha!? Hoje, dia 26 de Agosto, minha prima, me ligou cedo querendo desabafar. Ela reclamava que tinha sido presa num supermercado por desacato a autoridade. Será? Ela me disse uma coisa que me deixou bastante intrigado: que uma ex-namorada minha anda falando por aí que eu sou tarado. Deve ser porque eu não comi a mãe dela. 13/09/2004 - Começou a sacanagem de novo: o balaio de gatos está agindo novamente. Muitos "especialistas" juntos. Isso costuma acontecer na segunda-feira porque todo mundo quer mostrar trabalho. É uma vergonha como diz o Boris. Outro problema grave é a briga por espaço. Fica complicado administrar essa prepotência dos "sábios". Os caras entendem de tudo e querem fazer tudo. Poucos são os que ouvem. Chegou o chato, isso se ele estiver lendo o que eu estou escrevendo, senão retiro o que disse. Quanto a conversa de fundo, as vezes fico com vontade de conversar com os caras, não vou porque não converso com leigo. Eles tinham que se ocupar com o que lhes dizem respeito de fato. Quando aparecer por aqui um engenheiro eu converso. Hoje, 30 de setembro, um dia chuvoso mas até que tranquilo, embora eu tenha pego um daqueles engarrafamento na ponte que só niteroiense provoca. Depois eu explico. Pelo que eu estou sabendo, houve uma falta de energia hoje aqui o que dificulta os trabalhos das pessoas. O problema maior é que o procedimento normal de religamento das máquinas não funciona mais como deveria o que pode causar danos nos equipamentos como já ocorreu no passado. Porque não funciona normalmente posso explicar depois. Esse monte de troço que eu acabei de escrever tem que servir para alguma coisa e não só como um simples desabafo. Sei que muitas pessoas passam por aqui e se perguntam o que é que eu estou fazendo. Isso não importa! Aqui todo mundo faz o que quer e o que não quer. E com dinheiro público. Isso seria mais um outro assunto para tratar a parte. Claro que tudo que aqui está sendo escrito merece uma revisão e uma reflexão mais profunda porque as coisas mudam de acordo com o humor. Como eu não gostaria de ter que modificar o que já está escrito, pois isso acaba retratando o momento, fica para um novo texto os comentarios a respeito desse DESABAFO. Agora vou ter que ir verificar alguns procedimentos para ver se as coisas vão poder funcionar normalmente. Hoje , quatro de outubro de 2004, um dia depois das eleiçõe para prefeito e vereadores. Cheguei tarde no trabalho, por volta das 10hs, mas não tinha ninguém ainda. Ontem, domingo, como quase todos os domingos, fui encontrar Mary para almoçarmos e irmos passear. O fato novo foi que Karyn apareceu toda entusiasmada dizendo que Mary ia ser tia... que ia casar... e tal. Veremos! Serei vô então?! Caramba! Vai ser dificil eu me acostumar. “O pensamento parece uma coisa atoa mas como é que a gente voa quando ‘cumeça’ a...” a...Falhou! Será que vou ter que perguntar ao Moreno aqui do lado. O pai me fez lembrar o filho. Sabes camarada, tu tens que procurar alguma coisa útil pra fazer! Para ti e para todos. Se oriente, erga-se e caminhe. Dois espaços ou mais, significa uma longa pausa no que eu estava escrevendo. Hoje, 25 de Novembro de 2004, um dia claro e não muito quente. Bom para a prática de esportes como velejar. Não adianta! Este muro onde eu escrevo agora esta longe de ser hoje, um lugar para desabafo. O desabafo só faz sentido quando a fadiga (estresse) chega aos extremos. Seria hoje então um dia para a poesia? Para o romantismo? Para reflexões? Uma pergunta: o que o homem precisa além de uma mulher? Será que Adão pensou nisso? Acho que eu já chamei essa "parafernália" que eu estou escrevendo de fragmentos, porque as coisas são um pouco desconexas. Escrevo o que me vem na cabeça.
Hoje são 31 de maio de 2007, peguei o texto que eu estava escrevendo a algum tempo, não olhei ainda o que estava escrito anteriormente mas mesmo assim vou continuar escrevendo pois, desabafo é para isso mesmo. Sei que vou ter que pegar todos os fragmentos escritos e tentar formatar de uma forma bem compreensível, pelo menos para mim. Mas o motivo que me trouxe de volta para este texto foi exatamente a necessidade...(pausa, tive que parar para atender um aluno) de desabafar para evitar o estresse . Descobri que escrever é um bom método. Com poucos parágrafos já consegui melhorar bastante. Não fico mais em pânico quando quando um desses idiotas se aproximam de mim com aquela cara de Deus arrependido. Hoje, por exemplo, usei um método que parece que funciona direitinho: Abri aquele sorriso, passei a mão na cabecinha de todo mundo e eu acho que ficou tudo bem. O prblema maior foi que eu dei uma cagada quando marquei um furo para ser feito numa chapa de metal. Tá havendo outro probleminha aqui. Tem alguém que precisa comprovar alguns gastos e não tá conseguindo se explicar. Está faltado a quantia de R$ 35 000,00. Bem, estou cansado e precisando ir pra casa descansar um pouco pois as "meninas" já estão ciscando em volta e isso me deixa exitado mas eu acho que não posso dar conta das duas. Depois eu continuo...
Oi! Hoje, 12 de Julho de 2007. Tive que vir correndo para esse espaço que é o local onde eu realmente costumo me queixar.Estou sendo torturado com um ventilador barulhento que ligaram perto do meu ouvido. Acho que querem se livrar de mim. Já reclamei mas niguém deu a mínima bola. Juro que vou reclamar com o Reitor. Brincadeiras a parte, o problema é sério. É caso de saúde. Vou tomar providências. Amanhã começam os jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro e hoje a Toxa (com x?), não seu burro com ch, estava em Niterói e passou num trecho perto de casa, que vai do Forte do Gragoatá ao Museu de Arte Contemporânea, onde eu corro diariamente. Estava até previsto a possibilidade de eu correr com a 'toxa' nesse trecho mas o dia hoje amanheceu horrível, muita chuva e frio. Vou parar para ler um pouco sobre o polêmico Decreto Presidencial N 6.096, de 24 de abril de 2007 que intitui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI. Bye.
Primeiro dia do mês brabo, cheio de supertição. Meszinho chato mesmo que é agosto! Ontem quando cheguei no trabalho, o babaca de um babaca, resolveu trocar sem me consultar, na minha ausência, uma paradinha no meu espaço de trabalho. Pode!? Que merda! Só me deu trabalho porque eu tive que desfazer. Eu não gostei da mudança, ora! As pessoas aqui tem mania de fazer as coisas sem respeitar o próximo, o ambiente de trabalho. Externalizam tudo. Tinha que haver uma certificação para LABORATÓRIO para evitar que pessoas ajam dessa forma. Parei por alguns instantes de escrever para ler um pouco do que já foi escrito até hoje. Aparentemente estou satisfeito. Tenho que escrever muita coisa ainda. Sabem de quem eu me lembrei? Do Zeca Diabo que contava até dez para evitar de matar (assassinar) mais alguém. Eu nunca matei ninguém mas estou me sentindo como ele: Com uma vontade louca de matar um filho da puta que está me enchendo o saco...Calma cara! Deixa que ele morre sozinho. V O U L O G O A V I S A N D O ! ! !. Não me aborreçam seus filhos da puta! Sabe! Vou é almoçar. Bye, bye... Voltando do almoço, pude constatar que de fato eu estou vingado, o cara tá fazendo força pra deixar de ser babaca (está levando a paradinha de volta). Eu acho que da próxima vez que ele resolver mexer nas minhas coisas vai falar comigo antes. Eu acho que já é hora de se respeitar a "coisa", ente público. Tive uma idéia: Acho que vou procurar um blog para publicar essas besteiras. Fica inclusive mais fácil de acessar e de ser lido com o advento da internet. Vou procurar um.
Estou com vontade de escrever mas estou com vergonha de publicar; então esta merda vai ficar no rascunho mesmo!
Estou aqui, deitado na rede, pegando um ventinho, enquanto olho de vez em quando pelo janelão, a entrada da barra da Baia de GUANABARA. E a merda de um avião passa rasgando com sua turbinas o silêncio. Até agora, só falei merda.
Parei, voltei, agora com umas cervejas na cabeça vou tentar escrever de novo. Tudo mudou, o momento é outro; embora o senário ainda seja o mesmo, já é o dia seguinte.
Fiquei meio puto hoje com o babaca do síndico do meu prédio, veio tirar onda comigo só pra aparecer para a gostosona do 15°. Fuck him!
Superado! Novo momentum, como o de Sir Isaac Newton mesmo. A quantidade de movimento torna a inércia de minha massa difícil de desacelerar, ficando num movimento harmônico, embora simples, constante, oscilando em torno do ponto zero, sem graça, com amplitude equivalente a meio comprimento de onda, só meiozinho, lambda/2. Segundo, suponho, Ildeu de Castro Moreira, o parágrafo acima estaria a cara de Física(Clássica) para Poetas, de sua autoria, que eu gostaria de conhecer. Mas no meu caso aqui, é mais Poesia para Físicos; sejam eles, classícos, modernos, quânticos ou/e relativistas, aposentados ou pensionistas.
Continuando...depois de "pintar o sete", fui pintar o quarto mas só consegui pintar meio quarto, (isso matematicamente equivale a um oitavo), mas na verdade pintei somente um quinto, pois o quartinho tem tem quatro paredes e um teto e eu cansei na primeira parede. Sabe!
Publique-se!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Colóquios CBPF: Formações naturais ou antrópicas? Evidencias arque...

Colóquios CBPF: Formações naturais ou antrópicas? Evidencias arque...: "Rogério Gribel ( Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro) 05 de Abril, às   16h Auditório do 6º andar - CBPF A castanhe..."

segunda-feira, 2 de maio de 2011

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Pois bem, falta coragem para compartilhar meus 'scripts'. Porque? Sabe Deus! Não, não! Eu sei: Vergonha, medo de não ser compreendido, e até de ser.
Sinto, no fundo, que mesmo nos poucos diálogos que eu tenho com as pessoas que me cercam, um pouco de dificuldade de aceitação de minhas ideias, nunca tenho um feedback satisfatório.

Deixa pra lá, já surtiu o efeito desejado, pelo menos temporariamente.
Pelo tempo que já se passou até hoje, não acredito que muita coisa ainda possa acontecer de interessante que possa mudar, de fato, o rumo das coisas.
Já estou escrevendo sem nexo mais uma vez, porque o ambiente é embaralhante, me oprime, me sufoca.
Dois parágrafos escritos de qualquer forma, com o objetivo de ocupar a mente mecânicamente para não sofrer muito com essa ruideira toda.
Agora só me resta colocar essa "paradinha" no ar e ver que bicho vai dar. Certamente não vai dar em nada!
Coisa de louco: Quem vai se interessar por esse monte "coisas"? Outro que nem eu? Não existe outro.

Ainda há tempo! Por mais curto que ele seja, ainda dá tempo. Tempo de escrever alguma coisa aliviadora que possa anular o ruído. O ruído de um gerador de vaidades que acelera o rítimo dos meus batimentos, que colide com...com...o caralho! Foda-se!

Comparando o agora com o parágrafo acima: Fui ler, olha no que deu: lembrei do ruído e ele passou a incomodar o que é compensado pela "gatinha" que está operando a máquina. De qualquer forma, saúde em primeiro lugar, vou ter que sair um pouco da sala porque está um pouco quente também. Depois continuo essa xaropada toda.

Aí, fui olhar pra gatinha e ela me pediu ajuda; e agora o que é que eu faço? Até que eu tentei mas o programa que ela quer rodar, não funciona. Essas pessoas tem seu orientador e não me compete interferir no trabalho deles. Bem que eu gostaria.

Agora, por exemplo, sumiu 'todomundo'; não dá pra entender.
Existe um montão de 'pacotes' fechados com equipamentos caríssimos que estão a espera de um 'unpackage and install', ou melhor, unpacking and install e eu aqui sem fazer nada. O que é que está faltando pra esse povo fazer alguma coisa? Como se não bastasse, eles colocam uma máquina barulhenta funcionando e vão embora; pra ficar ociosa é melhor desligar porque eu não vou ficar aqui me irritando a toa. Fui, vou procurar o que fazer em outro lugar. Última forma, chegou um.

Agora, acabou de entrar a outra. Ela é a única que me faz cafuné, né? Porque será? Muito carinhosa ela! Vai ver que ela é uma menina de bem com a vida, feliz.
Não dá, assim não dá! Quem me aparece? Mme, linda como sempre, com aquele olhar triste e profundo. Sou apaixonado por ela; uma paixão platônica, pois ela é muito jovem e eu não teria chance alguma mas mesmo assim ainda dá pra sentir o gostinho. Ne me quitte jamais.

Mulherzinha enjoada, da voz chata e irritante, poderia falar menos e estudar mais.(A outra)

...Daí, a falta que ela me faz...Não a vi hoje! Isso me deixa desmotivado.
Última forma, acabei de vê-la. Foi só por alguns segundos e por uma pequena brechinha na porta, mas já deu pra sentir um certo prazer. Acho que ela sentiu minha presença também. Sonhar faz bem!

Como se não bastasse, agora é a Isa que está me deixando meio bagunçado. Vive ela e seu gatinho de estimação perto de mim. Parece que é muito solitária e ainda não se definiu ou não encontrou seu príncipe ainda.(Última forma, sua mãe me disse que ela traz no ventre uma criança, que nem minha filha).

Minha 'true blonde' sumiu!!!

...E assim vai... hoje a coisa já é outra completamente diferente, até o rítimo - literalmente, o rítimo - do meu coração se alterou, deve ter sido porque eu subi setenta degraus (dois a dois) de escada correndo, e não por ter me emocionado.

Chega!
Publique-se.

terça-feira, 29 de março de 2011

Primeira Tentativa.(rascunho)

Faz tempo, faz algum tempo que eu não escrevo nada. Desconfio que só sinto vontade e inspiração para escrever quando estou agoniado. Ou seja, escrevo para desabafar.Hoje estou bem e vou tentar escrever assim mesmo para ver se sai alguma coisa. Veremos:Tá vendo? Já faz um tempão e nada! Oito dias pra ser mais exato, sem conseguir andar uma linha nesse texto e já vou parar novamente. Mas volto.11/08/2010. Foi nesse dia a última vez que acessei esse arquivo. Estou voltando hoje (07/10/2010) para ver se escrevo alguma coisa.Mas porque essa obsessão por escrever? O que eu estou querendo com isso?Antes de mais nada eu tenho que identificar o meu interlocutor, ou melhor, o leitor. Enquanto eu não souber ou imaginar quem seja, vai ficar muito difícil escrever.Às vezes penso em escrever pra ela. Mas ela tem que ser real. Não posso simplesmente imaginar uma pessoa.Chega de lero-lero e vai logo escrevendo qualquer coisa, cara! Veja, já estou falando comigo mesmo. Assim não dá, é melhor procurar outra coisa pra fazer.Vou abandonar este texto e voltar para a "Metralhadora Giratória" porque lá não tem auto censura e nem precisa de interlocutor. (Mas volto).Voltei (06/12/2010), mas não fui na "Metralhadora". Se fui não me lembro. Prefiro ficar aqui um pouco tentando mais uma vez escrever alguma coisa de significativo, de impactante. Mas é só começar a pensar, que lá vem ela e me invade, me alucina e me expulsa de volta para a "Metralhadora". E eu, né?! tenho que ir.Fui!! I'll be back.
Voltei! Mas só para salvar essa baboseira como rascunho.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Das Redes Sociais

Estava escrito na página de um jovem rapaz de apenas 20 anos:
"Estar só é a condição original de todo ser humano. Que cada um de nós é só no mundo. É como se o nascimento fosse uma espécie de lançamento da pessoa à sua própria sorte. Podemos nos conformar com isso ou não. O homem se torna autêntico quando aceita a solidão como o preço da sua própria liberdade. E se torna inautêntico quando interpreta a solidão como abandono, como uma espécie de desconsideração de Deus ou da vida em relação a ele. Desse modo não assume responsabilidade sobre as suas escolhas. Não aceita correr riscos para atingir seus objetivos, nem se sente responsável por sua existência, passando a buscar amparo e segurança nos outros. Com isso abre mão de sua própria existência, tornando-se um estranho para si mesmo, colocando-se a serviço dos outros e diluindo-se no impessoal. Permanece na vida sendo um coadjuvante em sua própria história. Sendo autêntico você assume a responsabilidade por todas as suas escolhas existenciais, aceita correr os riscos que forem necessários para atingir os seus objetivos, e passa a encontrar amparo e segurança em si mesmo. Com isso, apropria-se da existência, torna-se indivíduo, torna-se autônomo, torna-se dono da sua própria vida, dono da própria existência, torna-se senhor de si mesmo." Ensinamentos de um Lobo Solitário.
O que seria então "Cem Anos de Solidão"? Não lembro!