domingo, 22 de novembro de 2009

Parabéns Niterói!

Terra de Arariboia, outro grande guerreiro.
Cidade que eu aprendi a gostar por ser tão próxima do Rio (onde eu estudei e trabalhei durante boa parte da minha vida). Niterói é minha casa, meu lar. Todo dia depois do trabalho, vem aquela sensação gostosa quando entro na ponte de volta pra casa.
Não vou publicar nada agora porque estou desconcentrado. Niterói merece muita atenção e inspiração, mas não poderia deixar de lembrar de seus 436 anos comemorados hoje.
Salve Niterói

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Burocracia (rascunho)

Serviço burocrático.
Burocracia, segundo o dicionário do Aurélio: burocracia
[Do fr. bureaucratie.]
Substantivo feminino.
1.Administração da coisa pública por funcionário (de ministério, secretarias, repartições, etc.) sujeito a hierarquia e regulamento rígidos, e a uma rotina inflexível:
os trâmites da burocracia.
2.P. ext. Poder excessivo da burocracia (1), complicando ou tornando moroso o desempenho do serviço administrativo:
Os computadores têm simplificado muitos problemas de burocracia.
3.Grande influência ou prestígio de uma estrutura complexa de departamentos na administração da coisa pública:
A burocracia no mundo moderno vai cedendo lugar à tecnocracia.
4.A classe dos burocratas.

Palavras de um burocrata:
"Burocracia para alguns é sinônimo de trabalho chato que ninguém gosta de fazer. Na verdade é o tal jogo de empurra-empurra. Tem alguém que está precisando da minha ajuda e eu bem que poderia colaborar nessas horas. Mas o que acontece nessas horas é que eu não estou preparado. Fico ocioso a maior parte do tempo e quando precisam de mim é justamente quando não estou bem fisicamente ou psicologicamente ou no finalzinho do expediente quando a ansiedade de ir embora aumenta.
Sinto muito pelo que aconteceu mas espero que da próxima vez haja um maior entrosamento entre as partes". Então, como diz o outro, voltando a falar de serviço burocrático, tem um carinha que odeia "trabalhar". Ele, toda vez que precisa sair do "foco" de seu "trabalho", se esperneia todo. Lamento por ele. Realmente é muito chato o tal serviço burocrático.
Solução: PRECISA-SE DE BUROCRATA (que trabalhe, claro).
Meu diploma, por exemplo, faz muito tempo que eu atendi todas as exigências burocráticas e até agora, nada! Estou tentando por intermédio de uma pessoa que tem conhecimento desses trâmites para ver se ele é logo expedido para poder descansar em uma gaveta qualquer (minha e não da universidade), já que hoje em dia, ele não tem tanta importância.
As pessoas valem pelo que têm ou pelo que são? Vale o que está escrito, como diz o "bicheiro". Então ele (o diploma) vale.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PRECISA-SE DE BUROCRATA

Serviço burocrático.
Burocracia, segundo o dicionário do Aurélio: burocracia
[Do fr. bureaucratie.]
Substantivo feminino.
1.Administração da coisa pública por funcionário (de ministério, secretarias, repartições, etc.) sujeito a hierarquia e regulamento rígidos, e a uma rotina inflexível:
os trâmites da burocracia.
2.P. ext. Poder excessivo da burocracia (1), complicando ou tornando moroso o desempenho do serviço administrativo:
Os computadores têm simplificado muitos problemas de burocracia.
3.Grande influência ou prestígio de uma estrutura complexa de departamentos na administração da coisa pública:
A burocracia no mundo moderno vai cedendo lugar à tecnocracia.
4.A classe dos burocratas.

Palavras de um burocrata:
"Burocracia para alguns é sinônimo de trabalho chato que ninguém gosta de fazer.
Na verdade é o tal jogo de empurra-empurra.
Tem alguém que está precisando da minha ajuda e eu bem que poderia colaborar nessas horas. Mas o que acontece nessas horas é que eu não estou preparado. Fico ocioso a maior parte do tempo e quando precisam de mim é justamente quando não estou bem fisicamente ou psicologicamente ou no finalzinho do expediente quando a ansiedade de ir embora aumenta.
Sinto muito pelo que aconteceu mas espero que da próxima vez haja um maior entrosamento entre as partes".
Então, como diz o outro, voltando a falar de serviço burocrático, tem um carinha que odeia "trabalhar". Ele, toda vez que precisa sair do "foco" de seu "trabalho", se esperneia todo. Lamento por ele. Realmente é muito chato o tal serviço burocrático.
Solução: PRECISA-SE DE BUROCRATA (que trabalhe, claro)

sábado, 26 de setembro de 2009

Escrever, rever e escrever

É sempre assim, volta e meia pinta a necessidade de escrever. Mas aqui, se escrever e não ler, o pau vai comer. Auto censura mesmo! Daí, a minha ausência por algum tempo.
Mas acho que não vou escrever é nada hoje. Quando se escreve é para alguém ou pra si?
Hoje, se eu tiver que escrever alguma coisa, vai ser pra mim. Ora bolas! Então não vou escrever nada! Vou ficar só pensando!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Comediante americana

Entenda!

comicBio
Comedian Sunda Croonquist was born in Paterson, New Jersey to an African-American mother and Swedish father. Inspired by her father’s career as a musician and having a stage/pageant mom always having her involved in the arts, Sunda knew she wanted to be an entertainer at a very young age. “My father was always proud of writing his own “patter”, patter is when a musician talks to the crowd between songs,” she explains. “And I was just like okay …that’s it! That’s what I want to do. I want to talk to people on stage.”

Not only was she blessed with the gift of gab but she also turned her fair share of heads in beauty pageants. This former beauty queen was runner up in the Miss America Pageant’s preliminary representing the state of New Jersey. Years later she again represented New Jersey but this time as “New Jersey’s Funniest Female.” At a chance encounter in New York City, Sunda was joking around at a party when she met Jackie Mason who told her to seriously consider doing stand up comedy and with her husband’s encouragement, took a comedy class and had her first paid gig within weeks.

Sunda recalls her first performance, “I was scared but loved the thrill of being in front of an audience talking about my life.” And Sunda believes there is a lot to laugh at: “Because when you are a Bi-racial Jew, who grew up in the inner city looking like a Puerto Rican and your mother gives you a Hindu name and sends you to an Irish Catholic school….you are bound to be funny.” But of course the funny doesn’t stop there. Being married to an attorney with an overbearing Jewish mother in law and two precocious daughters ages 4 and 5 makes this “comic mama” different from all others. She’s the ultimate “Diverse Diversion” ….she relates to being African-American. She relates to being a Jewish Princess….she has all these experiences that come together to make her the story of America.

Sunda has produced her own comedy shows including: “Femmes Fatales” one of the longest running female comedy showcases for NY’s Toyota Comedy Festival for eight years. She is also the Chairperson for the Annua l“Laugh Off”, an event that brings awareness to Gilda’s Club of Northern New Jersey. This is a cancer support group that was formed by the late comedian Gilda Radner. An international performer, Sunda has worked with the late Ray Charles, The Isley Brothers and had an unforgettable television performance with Jerry Lewis. “Before we went onstage together I kept looking in the mirror, fixing my hair and he said: “You know something? You are one very funny girl… never mind your hair, know your act!” Sunda prepares Shabbat dinners every Friday night. “My roots are from Georgia on my mom’s side so I love “Soul Food” and of course I keep it Kosher like collard greens with pastrami.”

A self confessed shoe fanatic, even for her two daughters, Sunda Croonquist is full of surprises and can’t wait to tell you about it!